sexta-feira, 16 de março de 2018

António Lourenço dos Santos candidata-se ao PSD local

Companheiras e Companheiros,

Tomar precisa de um novo Destino, e é tempo de parar e inverter o declínio que alastrou no Concelho.

Os Militantes do PSD terão proximamente a responsabilidade de escolher um novo futuro e de construir uma alternativa capaz de levar o Concelho e as 11 Freguesias a caminhos de desenvolvimento e de prosperidade.

Para tanto, vencer as eleições autárquicas e ganhar a Câmara Municipal é o grande objectivo que nos move, e nos une.

Convido-vos, por isso, a assistir ao lançamento da minha candidatura à Presidência da Comissão Politica Concelhia,  na próxima 4.ª  feira,dia 21 de Março às 19:00, na nossa sede, na Rua da Fábrica da Fiação.

Nesta sessão participarão também o candidato a Presidente da Mesa da Assembleia de Militantes, João Tenreiro, o Mandatário da Candidatura, Professor Luís Maria Pedrosa dos Santos Graça e Manuela Ferreira Leite que fará uma pequena palestra sobre o novo ciclo do PSD.

Queremos um novo rumo para Tomar. Este é um caminho que queremos fazer com Todos.


Saudações Social Democratas
António Lourenço dos Santos

Outra escala, os mesmos problemas

Já anteriormente aqui se falou de Nice, uma metrópole da costa sul de França, cuja população também está a diminuir, como em Tomar. É claro que Nice integra o grupo de cidades médias europeias. A sua aglomeração conta com 400 mil habitantes. Está portanto ao nível de Lisboa. Mas Tomar, com dez vezes menos população, padece de problemas similares aos de Nice, designadamente as obras de fachada, para ornamentar, que depois vão provocar o aumento de impostos e subsequente fuga da população.
Bem dizia o Lavoisier: "As mesmas causas produzem sempre os mesmos efeitos, nas mesmas condições exteriores." 
Ora faça favor de ler a crónica do nosso colega LE FICANAS (O mirone):

"NICE: A metrópole vai acabar por arruinar os habitantes?"

Christian Gallo

"O investimento é a prioridade do presidente da metrópole urbana, Christian Estrosi. Já endividada pela construção de um linha de eléctrico que devia custar 800 milhões de euros (mil milhões estima Eric Ciotti), pela construção de um estádio desmesurado, que é o mais caro de França em relação à sua utilização, a metrópole nicense pensa em aumentar o seu orçamento: Tinham sido votados 114 milhões em 2017, mas será afinal de 382 milhões. E o de 2018 será provavelmente de 414 milhões.
Para conseguir esses montantes consideráveis, Christian Estrosi vai recorrer a dois meios. Por um lado, vai vender a sua participação no capital do aeroporto Nice-Côte-d'Azur (cerca de 100 milhões de euros). Por outro lado e sobretudo, haverá um aumento dos  impostos locais. Os habitantes da metrópole vão passar a pagar uma taxa de IMI de 6,4%, o que deverá render 64 milhões de euros. Segundo Estrosi, este novo imposto vem compensar a redução forçada da taxa de resíduos sólidos e, sobretudo, a supressão progressiva da taxa de habitação, já decididas pelo governo. O problema é que esta última incide apenas sobre 80% dos residentes e não será progressiva até 2020. Além disso, uma grande parte da população, isenta de impostos, não a pagava, mas terá de liquidar o novo imposto imobiliário.

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Por outro lado, no que diz respeito à cidade de Nice, Christian Estrosi mandou votar favoravelmente no Conselho municipal um aumento do IMI para as residências temporárias, que vai passar de 20% para 60%. Mesmo a esquerda municipal votou a favor. E depois admiram-se que, de um momento para o outro, haja mais residências temporárias à venda.
Na província dos Alpes Marítimos, há apenas três cidades que perdem população de ano para ano: Nice, Cagnes-sur-Mer e Saint-Laurent-du-Var. Exactamente as três cidades que integram a metrópole nicense. Quando foi criada, explicaram que esta união de cidades ia permitir a junção dos serviços públicos, para reduzir as taxas e impostos exigidos aos habitantes.
Temos agora a confirmação que se tratou afinal da simples invenção de uma ferramenta económica com fundos dos contribuintes, que de ano para ano vai criando um território de luxo, o qual pode vir a arruinar os seus habitantes."

Christian Gallo, Le Ficanas, 15/03/18
Tradução de António Rebelo, UPARISVIII

Os estrangeirados, esses malvados...

Pelas bandas de Tomar, os integrados na República dos instalados detestam quem não pense como eles e apressam-se a apodar de estrangeirados todos aqueles que discordam da conhecida pasmaceira local. O autor destas linhas tem direito à alcunha de afrancesado, julgando se calhar os padrinhos  que tal facto o diminui. Acontece exactamente o contrário. Por esse Mundo fora um passaporte francês abre muito mais portas que um português. E aqui no Brasil ser cidadão português nem sempre é uma boa referência. Desculpem lá, mas é a realidade. Só quem não sai, ou pouco sai do buraco tomarense é que ignora estas coisas.
Aqui há uns anos atrás, o Amândio Caldeira, neto do Caldeira, carroceiro da Câmara, era jardineiro da autarquia. Muito convivial e simples, tornou-se extremamente popular quando integrou um cortejo de Carnaval, fazendo de presidente da Câmara. A dada altura, apesar de funcionário municipal, o Amândio resolveu emigrar para o Reino Unido, onde se tem mantido até agora.
De férias em Portugal, foi entrevistado pel'O Templário. Seria bom que as suas declarações fossem lidas e meditadas pelos da "república dos instalados", também conhecidos como "império dos sentados". Trata-se dos funcionários da autarquia que estão sentados e longe da primeira linha, aquela onde se atende o público.
O Amândio informou que trouxe de Cardiff uma lembrança do presidente da Câmara (mayor), que é trabalhista, para a senhora presidente socialista da Câmara de Tomar, e declara estar muito contente por Tomar ser governada pelo PS: "Desejo a Anabela Freitas que Deus a ilumine e lhe dê sabedoria, e que faça um bom serviço". 
Apesar disso, lá foi opinando que falta estacionamento, faltam instalações sanitárias, falta informação, o posto de turismo está muito escondido, o Parque de campismo devia estar aberto. Acrescentou que os turistas vão ao Convento e não vêm à cidade porque há falta de informação, de transportes e de guias.
Noutro passo das suas declarações,  estranha que haja em Tomar tão pouca gente da sua idade, refere a falta de fábricas e de grandes empresas, mencionando sem disso se dar conta a causa de tão triste estado de coisas. "Em Cardiff ganha-se bem e o dinheiro rende, mas é uma escravatura. Em Tomar o dinheiro não rende, apesar de termos tudo."
O nível cultural do entrevistado não lhe permite intuir que falou afinal da relação preços/rendimentos, ou mais simplesmente de poder de compra. Em Cardiff e na Grande Bretanha, essa relação é favorável aos trabalhadores. Em Tomar e no país é o oposto, salvo no que se refere aos funcionários públicos médios e superiores. Em termos práticos, em Inglaterra com o rendimento de uma hora de trabalho compra-se em média mais que em Tomar ou em Portugal. O que não surpreende. Quem conheça um bocadinho a Espanha, sabe que lá os salários e vencimentos são mais levados, e quase tudo é mais barato em relação a Portugal, a começar pela gasolina e a acabar nos impostos. Até o IVA espanhol é mais baixo. Desgraça das desgraças, agravando singularmente a situação, a autarquia tomarense, acossada por custos fixos com pessoal da ordem dos 40%, vê-se forçada a aumentar a pressão fiscal onde pode -no recibo dos SMAS. O que, por arrastamento, leva a população a desandar, em busca de municípios mais acolhedores.
E são os estrangeirados, esses malvados que, mesmo quando nunca andaram numa universidade, vêm dizer certas verdades, que ofendem os instalados da cova nabantina.
As declarações do Amândio podem ser lidas na página 7 do Templário desta semana. Deseja-se boa leitura e melhor digestão, o que pode não ser fácil.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Tomar a dianteira só via email

Perante o evidente mal-estar de alguns leitores de Tomar a dianteira 3, cuja massa cinzenta lhes não permite entender que só lê quem quer, a partir de Maio próximo Tomar a dianteira passará a ser difundido unicamente via email.
Significa isto que a partir daí não haverá mais publicação "aberta", ficando os textos no arquivo "rascunhos", de onde serão enviados apenas para os emails que antes o tenham solicitado e integrem a lista entretanto elaborada.
Desde já se esclarece que só serão considerados emails pessoais, devidamente identificados, a enviar previamente para anfrarebelo@gmail,com
Agradece-se a vossa compreensão e deseja-se boa saúde e alegria aos que nos vão deixar, porque tudo tem um fim e a paciência tem limites.
Eventuais opiniões ou sugestões devem ser enviadas para o email supra e desde já se agradecem.

Situações absurdas

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Se conhece relativamente bem Tomar, identifica sem dificuldade esta capela. Está na encosta, entre o Convento e a Senhora da Piedade. Construída para mausoléu de D. João III, ficou incompleta, dado a rainha viúva, Dª Catarina, ter determinado que o rei seria  sepultado nos Jerónimos. Só veio a ser concluída já no século XIX.
Gostaria de visitar? Isso já é mais complicado. A chave que em tempos esteve no Turismo municipal, encontra-se agora indevidamente no Convento. Com alguns telefonemas e um bocado de sorte, talvez consiga que um funcionário o acompanhe. Mediante "Marcação prévia em função da disponibilidade do serviço", segundo o site oficial do Convento.
Há outra hipótese, de certeza mais rápida e eficaz. Caso pretenda realizar um evento cultural na capela, seja lá isso o que for, (um casamento será um evento cultural?), bastará alugar o espaço interior por 2.000 euros/dia. Montante que passa para 2.500 euros/dia se for para uma televisão, 3.000 euros/dia se for para filmagens e 5000 euros/dia tratando-se de algo comercial. Autênticas pechinchas, como se vê, uma vez que se trata de desenvolver o turismo local. Fica por saber quem decide a natureza da coisa. Se é cultural, TV, cinema ou comercial...

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Embora tomarense ou residente há muito no vale do Nabão, é bem capaz de não conhecer as ruínas dos Paços do Infante D. Henrique (foto de cima), nem as ruínas da alcáçova do castelo (foto de baixo). Situação normal, tratando-se de monumentos há longos anos fechados ao público, que a administração do Convento designa apressadamente por alcáçova. Para visitar, é como para a capela da Conceição. Telefonemas, alguma sorte e "marcação prévia em função da disponibilidade do serviço".
A não ser, lá está, que queira ali realizar algum evento ou filmagens. Se for o caso, aqui tem a respectiva tabela: Cocktails 1.500€/dia, Eventos culturais 3.000€/dia, Televisão 2.500€/dia, Cinema 3.500€/dia, Comercial 5.000€/dia. Mais uma série de autênticos saldos...

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Conhece este magnífico salão do século XVII, com tecto em carvalho do norte, apainelado e decorado com pinturas da época? É a Sala dos cavaleiros da antiga enfermaria do Convento de Cristo, onde funcionou durante muitos anos o Hospital militar. Fica naquele torreão mais à direita, quando da cidade se olha para o castelo. Está fechado ao público desde que o hospital militar foi desactivado, há mais de 20 anos.
Para visitar, siga as instruções dadas para os locais anteriores. Para alugar é mais complicado. Só Eventos académicos a 100/250€/dia, Televisão a 2.500€/dia, Cinema a 3.500€/dia e Comerciais a 5.000€/dia. (Para mais preços e locais, consultar Diário da República, II Série, nº 122,  27 de Junho de 2014, páginas 16.649 e 16.650).
Acha tudo isto um abuso, um contra-senso, tratando-se de património de Estado, que devia estar aberto ao público, mas mesmo assim gostaria de visitar? Em relação as estes locais e à masmorra  da Inquisição, por baixo da Torre de Dª Catarina, não há volta dar. Só visitas guiadas, "mediante marcação prévia em função da disponibilidade do serviço". Quanto à cisterna do Claustro da Micha, nem isso. Nesta altura estará decerto com mais de metro e meio de altura de água.
Mas visitar o Convento sem pagar é relativamente fácil. Basta aguardar uma daquelas feirinhas que pouco ou nada têm a ver com o monumento, mas se realizam com alguma periodicidade e são anunciadas na informação local, regional e nacional. Nessa altura, é só entrar à borla, como toda a gente, pelo Claustro da Micha (fachada norte), continuar pela Cozinha, Claustro dos Corvos, Refeitório, e por aí fora. Depois pode regressar ao Claustro da Micha pelo caminho inverso ao percorrido e comprar alguma coisa na feirinha.
É um bocado absurda a actual situação, com preços proibitivos por um lado, locais fechados por outro e entradas à borla para as feirinhas no Claustro da Micha, com os turistas a pagar pelo outro lado? É sim senhor.
Mas que fazer se o povo gosta assim e a autarquia não se queixa?

quarta-feira, 14 de março de 2018

Poluição do Nabão

O drama está a transformar-se em tragicomédia


Ao fim de anos de peripécias e face ao aumento da pressão da frouxa opinião pública tomarense, a autarquia foi forçada a mexer-se. Queixou-se, mandou fazer análises, pediu e obteve audiências, resolveu conversar com o autarca de Ourém. As primeiras informações oficiais com substância surgiram quando, após ter sido recebida pelo ministro, a senhora presidente informou a Rádio Hertz que já se conheciam os resultados das análises e que havia doze focos possíveis de poluição do Nabão. Alegando que ainda não havia certezas, não identificou esses doze alegados focos. Estranho. Se há resultados de análises...
Entretanto teve lugar a prevista reunião com o presidente da Câmara de Ourém, e com a APA, para encontrar estratégias. De acordo com um despacho da Lusa, a que Tomar a dianteira 3 teve acesso, (ver mais abaixo), os resultados são um pouco para rir, que é para evitar desesperar. Os dois autarcas concordaram em marcar novas reuniões, formando desde já um grupo de trabalho (supõe-se que conjunto) para apurar se não haverá infiltrações de esgotos pluviais nas ETAR em funcionamento, o que a existir obrigará à separação de redes.

"Anabela Freitas adiantou que, quanto ao foco de poluição detetado no passado dia 01, e que originou uma queixa apresentada pelo município, os resultados de todas as análises recolhidas, tanto a pedido da Câmara como as feitas pela APA (estas em dois momentos, nos dias 02 e 05), só deverão ser conhecidos no final da semana.
Os primeiros resultados, de análises “mais simples” que precisarão ser precisadas, apontam para uma concentração elevada de coliformes fecais, desconhecendo-se ainda se de origem humana ou animal.
A autarca admite que os episódios de poluição que se acentuaram desde há um ano possam ter várias origens." (Agência Lusa)
Tomar a dianteira 3 pode assegurar que, quanto a Tomar, tais infiltrações existem de certeza, uma vez que todo um sector do Centro Histórico, já antes referenciado nestas colunas, é ainda de colector único e está ligado à rede que conduz à ETAR. Donde resulta que, neste caso, havendo esgotos pluviais e efluentes domésticos forçosamente misturados, o que vale aos tomarenses é o Nabão correr para o Zêzere e a ETAR estar situada próximo de Santa Cita. Se calha a estar na Pedreira, por exemplo... Provavelmente, em Ourém a situação é semelhante, mas neste caso a respectiva ETAR está na Sabacheira, concelho de Tomar, e a descarregar para o Nabão. Deve ser um dos problemas.

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Foto Rádio Hertz

Procurando justificar o facto de não ter identificado até agora os aludidos 12 focos de poluição já detectados, Anabela Freitas informou que é necessário esperar mais alguns dias para conhecer resultados detalhados. "As análises precisarão ser precisadas", na curiosa linguagem da Lusa. Para já, sabe-se apenas que foram encontradas grandes quantidades de coliformes fecais, ignorando-se todavia se de origem humana ou animal. Porcina, mais precisamente, acrescenta Tomar a dianteira, baseado em informações de anos anteriores.
Usando uma linguagem popular, pode portanto dizer-se, com propriedade, que há merda. Está confirmado oficialmente. Falta agora conhecer a qualidade da merda, para depois encontrar a respectiva origem. Se não é mesmo uma comédia, parece. 
Então mandam fazer umas análises, cujos resultados são apenas parciais? Foi só para confirmar que havia merda no rio? Isso já se sabia há muito. Ou terá sido mais para tentar "sossegar" a magra opinião pública tomarense, leia-se sobretudo Américo Costa?

terça-feira, 13 de março de 2018

Há tomarenses assim e não são poucos. Para nossa desgraça.

Quando a semana passada escrevi, em  Contradições insanáveis, que a actual política camarária do tudo à borla não era para os eleitores tomarenses que temos, houve quem discordasse, como é normal em democracia. Terão achado exagerado, apesar de eu ter apresentado dois exemplos quanto a mim probatórios. Agora, para esses cépticos mais empedernidos, eis um outro exemplo do primarismo tomarense. E que exemplo. A ou  O cavernícula tomarense no seu melhor.
Repare-se no contexto. Tendo lido no Tomar na rede uma notícia ilustrada sobre a comemoração do 7º aniversário do Centro Escolar dos Casais, resolvi comentar, formulando três perguntas pertinentes e educadas, tendo em vista evidenciar a crise demográfica do concelho.
Não há portanto no meu comentário qualquer posição política evidente ou implícita. Apenas a vontade de obter informação o mais neutra possível. Pois perante isto, alguém se sentiu atacado, vá-se lá saber porquê e resolveu disparar a matar, usando toda a panóplia característica do tomarense bronco, apesar de até já saber usar a net. Acusa-me de só dizer mal, de ser contra tudo, de nada ter feito pela cidade, de ser um incendiário e de dever abandonar a cidade pelo Brasil. Em suma, felizmente que eu não estava próximo da criatura, pois se estivesse, decerto teria sido agredido também fisicamente, apesar do inicial bordão linguístico "Com o devido respeito..."
No fundo, o que gente deste calibre pretende é que eu deixe de escrever o que penso, porque não aguentam a verdade factual. Melhor ainda, viriam felicitar-me caso eu aceitasse passar a dizer bem daquilo que no meu entender está mal. Não queriam mais nada!
  1. Quantos alunos tinha o centro escolar de Casais em 2011? Quantos tem hoje? Porquê?
    Convinha ir meditando nestas coisas, mesmo durante as digestões. Ajudava a mais tarde evitar azias. Daquelas de que fala a senhora presidente da Câmara.
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  2. Com todo o respeito este homem está sempre a dizer mal e sempre contra tudo, até apetece dizer uma asneira, fonix. Comvinha perguntar o que é que este indivíduo tem feito ou fez pela Cidade, vá lá para o Brasil e deixe-nos em paz, um autêntico incendiário.


    1. Quantos alunos tinha o centro escolar de Casais em 2007? Quantos tem hoje? Porquê?
      Convinha ir meditando nestas coisas, mesmo durante as digestões. Ajudava a mais tarde evitar azias. Daquelas de que fala a senhora presidente da Câmara.
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    2. Com todo o respeito este homem está sempre a dizer mal e sempre contra tudo, até apetece dizer uma asneira, fonix. Comvinha perguntar o que é que este indivíduo tem feito ou fez pela Cidade, vá lá para o Brasil e deixe-nos em paz, um autêntico incendiári.