quinta-feira, 6 de julho de 2017

Conhece esta cara?

Por favor, não se esqueça de votar aqui ao lado >>>

Conhece esta cara? CIDADE DE TOMAR, que publica a  foto na página 5 da edição de amanhã, indica que é a senhora presidente da Câmara, Anabela Freitas. Falando com franqueza, como sempre, Tomar a dianteira 3 garante que não a reconheceu. Querem ver que o administrador do blogue tem de mudar de lentes ?! Ou foi a retratada que decidiu mudar de visual, com vista às eleições de Outubro?
Uma coisa é certa. Não há grande parecença entre esta foto e a dos cartazes eleitorais.

A feira da festa

 Vote aqui ao lado, que a coisa está bastante animada >>>

Começa hoje a festa templária, que por esse país fora é designada usualmente por feira medieval. Porque afinal é disso mesmo que se trata. De uma feira à antiga, com a respectiva animação. As duas mais conhecidas realizam-se anualmente em Óbidos e Santa Maria da Feira. Apesar de a câmara de Tomar ter contratado a realização do evento deste ano aos organizadores de Santa Maria da Feira, há uma diferença importante. Tanto na Feira como em Óbidos as entradas são pagas. Em Tomar não.
Aceita-se a diferença. Feira e Óbidos agem como autarquias pobres. Procuram angariar receitas extra, para  não sobrecarregarem fiscalmente os respectivos munícipes. Também por isso, Óbidos tinha 7.521 eleitores inscritos em 1976 e 11.634 em 2016. Feira passou de 60.465 em 1976, para 126.285 em 2016. Tomar passou de 32.438 para apenas 36.266, mas tem cada vez mais gente a arrotar fartura. É portanto bem capaz de ser sobretudo uma questão cultural. Maneiras diferentes de ver as coisas.
Tomar a dianteira 3 passou ontem duas vezes pelo Mouchão para observar. Uma de manhã, outra ao fim da tarde. Aquando da visita da tarde, já várias desconformidades constatadas pela manhã tinham sido corrigidas. Restava apenas uma outra, que o presidente Augusto Barros, presente no local, prometeu solucionar. Apesar disso, continua a não parecer nada adequada a utilização dos relvados, para neles colocar barracas e outros locais de venda.
Mesmo antes de começar a feira,  o estado da relva e da respectiva limpeza já é este:



 As barracas no esplendor da relva...

 
O muro da entrada que devia ter sido pintado...

 Pobre rio Nabão! Quem te viu e quem te vê!

Não se podem queixar com falta de comida. Há sandes de três arames com fartura.

Terminada a festança, não custa imaginar como aquilo ficará. Num concelho cuja autarquia, por falta de capacidade financeira, não dispõe de jardineiros suficientes para a simples manutenção, quanto mais agora para a inevitável requalificação. Além disso, trata-se de uma asneira desnecessária. Bastaria terem repartido a feira entre o Mouchão, o ex-estádio e a Várzea Pequena, para não ser necessário danificar tanta relva. Dado não haver entradas pagas, tanto fazia assim como assado.
Sobram ainda dois outros aspectos a considerar, quanto ao local escolhido. Acessos deficientes e evidente falta de instalações sanitárias. Este último é  facilmente resolúvel, com aqueles sanitários de aluguer. Só não se vê onde colocá-los sem chocar esteticamente. Quanto aos acessos, Tomar a dianteira 3 não gostaria nada de estar na feira, se infelizmente viesse a gerar-se um momento de pânico. Oxalá que não!
Como bem diz o povo, as acções ficam com quem as pratica. Depois será demasiado tarde para queixas se,  apesar da inesperada incógnita alheia, não conseguirem vencer. Já faltou mais.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Caso das filmagens no Convento de Cristo

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Relatório da Direcção Geral do Património Cultural sustenta que não aconteceu nada de grave

Com algum atraso em relação aos prometidos vinte dias, lá acabou por aparecer o relatório da DGPC sobre os alegados estragos e outras irregularidades no Convento de Cristo, na sequência de graves denúncias feitas no programa Sexta às 9, na RTP 1, em 2 de Junho  passado. Conforme previsto, acaba tudo em águas de bacalhau, como de resto é uso e costume neste abençoado país.
É o Público que noticia e comenta o referido relatório, num bom trabalho de Mário Lopes, na página Cultura e Património, com chamada de primeira página, ilustrada e tudo:


Que diz o relatório? Sustenta que, tudo bem visto e ponderado, não aconteceu nada, ou perto disso. Reconhece apenas a letra da música antes cantada pelo ex-director Álvaro Barbosa: "a quebra de quatro fragmentos pétreos e de seis telhas", tudo no valor, estimado por uma empresa de restauro, de 2.900 euros, após alguém da produção ter garantido ao Público que as telhas partidas eram "convencionais e de fabrico recente". O que não surpreende, sabido como já era que o telhado foi reabilitado há apenas alguns anos, todo com telha lusa nova.
Sobre as árvores que teriam sido queimadas pela alegada fogueira, reconhece o relatório que foram retiradas posteriormente, mas apenas por se tratar de espécies não autóctones, que tinham sido plantadas para a rodagem de um outro filme, há 12 anos. O problema é que conhecedores do claustro da Hospedaria garantem que eram ameixeiras, que ali estavam há mais de 30 anos. Se não lhes queimaram a folhagem, porque as retiraram exactamente a seguir à rodagem do filme? Foram as filmagens que permitiram perceber que se tratava de árvores alógenas?
Outro problema está bem sintetizado no título e na chamada de título do Público: "Nem fogueiras nem árvores queimadas no Convento de Cristo... No entanto, vai ser revisto o Regulamento de Utilização de Espaços patrimoniais e criada uma equipa para avaliar todos os pedidos." Mais precisamente, trata-se de  "uniformizar critérios de utilização e reforçar as exigências às empresas que solicitam o aluguer." Realmente uma decisão estranha, uma vez que praticamente não aconteceu nada que a possa justificar, segundo o próprio relatório. Ou não terá sido bem assim?
O supracitado programa televisivo abordou igualmente, de forma documentada, fraudes na venda dos ingressos, clima de medo entre o pessoal, utilização abusiva e reiterada de funcionários para fins particulares por parte da actual directora, bem como incómodos para os visitantes, causados pelas filmagens. De tudo isso, segundo o Público, o relatório apenas remete o caso das fraudes de bilheteira para posterior auditoria. A qual, está-se mesmo a ver, concluirá não ter existido qualquer irregularidade.
Na mesma linha, os problemas recorrentes que nos envergonham a todos, como portugueses e sobretudo enquanto tomarenses defensores do património, nomeadamente uma entrada mais própria para serviçais, visitantes perdidos, falta de segurança, ausência total de controle anti-explosivos à entrada, sectores importantes encerrados, Coro Manuelino há seta anos à espera de restauro, visitas guiadas só mediante pedido com antecedência de dias, funcionários sem formação adequada, assiduidade muito irregular, falta de vigilância... Ficará tudo para melhor oportunidade. Quando ocorrer uma desgraça. Impossível de prever, garantirão logo a seguir os responsáveis. Como na tragédia de Pedrógão. Como no vergonhoso roubo em Tancos. 
Segundo Duarte Marques, no Expresso online de 04/07/17, "Na tragédia de Pedrógão, como no roubo de Tancos, o que incomoda não é apenas a incompetência e a irresponsabilidade do governo, mas também e sobretudo a leviandade e o despudor com que se procura manipular a informação que chega à opinião pública." Este relatório sobre o "caso Convento de Cristo" é uma perfeita ilustração disso mesmo. Infelizmente continuam a tentar enganar os cidadãos, em vez de assumir responsabilidades e ir corrigindo o que está mal. Até quando?


anfrarebelo@gmail.com

terça-feira, 4 de julho de 2017

Palhaçada templária e Festa dos Tabuleiros

Já votou? Prossegue a renhida disputa PS-PSD. O CDS tem mais votos que a CDU >>>

Afinal a tradição já não é o que era

Começaram hoje os ensaios no terreno para a chamada Festa Templária. Um espécie de teatro urbano, a que o povo chama palhaçada. Com toda a razão. Que se saiba, os templários nunca viveram cá em baixo. A vila era então dentro das muralhas do castelo. No vale, junto ao Nabão, apenas a Igreja de Santa Maria, onde eram sepultados. Na sequência da então já multimilenar tradição egípcia: viver numa margem do rio e ser sepultado na margem oposta.
Mas pronto. Vamos ter outra vez uma encenação mais ou menos histórica. Desta vez organizada por uma entidade privada de Santa Maria da Feira, que cobra quase 100 mil euros pela extravagância. E como não se prevêem receitas, (o que é habitual), lá vão os tomarenses ter de pagar a coisa no recibo da água e por aí fora. Quem quer festa, ou sua-lhe a testa ou paga que nem uma besta.
Para o ano em princípio há mais. Salvo se em Outubro... De qualquer forma, em 2019 é que não poderá ser em Julho. Não haverá eleições em Outubro, mas sobretudo porque aí teremos  a Festa dos Tabuleiros. E tratando-se da Festa Grande, cuidado, muito cuidado. Os guardiões da tradição, também alcunhados por alguns de fundamentalistas serôdios, não estão para alterações. Tabuleiros todos os anos? Nem pensar! Entradas pagas? Você é doido, ou faz-se? Alterar o percurso do cortejo? Está a gozar com a gente ou quê?
Leram mal o Lampeduza. Onde está "é preciso ir mudando qualquer coisinha, para que tudo possa continuar na mesma", leram "nada deve mudar para que tudo possa continuar na mesma". Exagero? De modo algum. Este guia, que é do melhor que já se fez em Portugal, não permite dúvidas:


Na página 455, pode ler-se: "Feiras. De Santa Iria (19 e 20 de Outubro). -Festa dos Tabuleiros em Junho, em que as raparigas das fogaças, vistosamente vestidas e acolitadas cada uma por seu ajudante, levantam no ar com garbo açafates de verga em que se sobrepõem pilhas de pão atravessadas de canas, enfeitadas de flores, fitas e bandeiras, e cobertas por uma alva toalha de rendas. Os tabuleiros aparecem também em outras povoações dos arredores, como por exemplo no Avelar."
Por conseguinte, senhores puristas, há 90 anos, antes de 1927, era assim, conforme acabam de ler. A Festa realizava-se anualmente em Junho, os tabuleiros tinham fitas e bandeiras, além dos açafates, das canas, do pão, das flores e da toalha alva. Mas não consta que tivessem coroa, caso contrário o autor tê-la-ia decerto mencionado.
Dado que, conforme se constata, em matéria de Festa dos Tabuleiros a tradição afinal também já não é o que era, nada obsta a que se introduzam as alterações indispensáveis à nossa sobrevivência enquanto comunidade autónoma, respeitando sempre, bem entendido, o essencial. Que não é tudo aquilo que os fundamentalistas procuram manter inalterado.

Adenda
Não senhor; não há engano nenhum. Em 1927, para os autores do guia, Tomar fazia parte da Estremadura beirã e tinha 7.993 habitantes. Uma fartura para a época. Santarém tinha então 10.024 habitantes e Leiria apenas 4.929.
90 anos mais tarde, em 2016, Tomar contava 36.266 eleitores inscritos, Santarém 52.452 e Leiria 113.189. Há cidades que envelhecem bastante mal...

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Outras terras, outros usos

Não se esqueça de votar aqui ao lado. A coisa está renhida entre PS e PSD, como era previsível.


Os leitores habituais devem ter estranhado o silêncio de ontem. Resultou de um equívoco na véspera, que levou a publicar a peça de domingo prematuramente.
Ontem não era assim muito prático escrever no blogue porque Tomar a dianteira 3 resolveu ir até ao norte interior, numa excursão organizada pelo amigo António Freitas. Tratou-se basicamente de fazer o trajecto fluvial entre a Régua e Barca da Alva.
Correu tudo muito bem e foi possível constatar que, mesmo no interior do país e em localidades com património modesto, os municípios esforçam-se no sentido de cativar os visitantes. Há sinalética adequada, há estacionamento vasto para autocarros, há instalações sanitárias  modernas e espaçosas. Há até em Trancoso, por exemplo, visitas guiadas gratuitas do centro histórico, prática que é habitual (ver fotos).


Até parece que estamos em Tomar, não parece?!?

Entretanto em Tomar, não consigo perceber com que objectivo, pois não pretendo confrontar a respectiva directora, o Convento de Cristo organizou um "dia de Tomar", que eu julgava que era no primeiro de Março. Estava enganado, pelos vistos. Houve tabuleiros, música, barraquinhas e assim. Tudo para consumo local, pois os turistas sabem lá onde é a porta do claustro da Micha. Nem os tomarenses, na sua maior parte, quanto mais agora os visitantes.
Temos portanto uma gestão do património que não sabe, não quer ou não pode fazer o que devia (entrada que não envergonhe, bilhética automática, visitas guiadas para todos, controlo de segurança a cada visitante, pessoal com formação profissional compatível, visita da totalidade do monumento, designadamente da Sala dos cavaleiros, da cisterna do claustro da Micha, das salas da inquisição e do refeitório dos leigos), mas vai fazendo o supérfluo. Tudo para ornamentar o currículo da senhora directora.
É outra vez como se dizia nos idos de finais de 70 do século passado -Isto é que vai uma crise!!!

sábado, 1 de julho de 2017

Mobilar até vir o esquecimento

Já votou aqui ao lado ???

Clémenceau terá dito um dia algo que se veio a tornar muito conhecido e praticado: "Se podem resolver o problema, façam-no. Caso contrário nomeiem uma comissão." Ocorrências recentes com fogo, uma deles infelizmente bem trágica, vieram demonstrar que também os políticos portugueses gostam de seguir a sugestão de Clémenceau. Vejamos.
No início de Junho, causou justificado alarme a nível nacional o programa Sexta às 9, da RTP 1, sobre desmandos no Convento de Cristo, em que fizeram uma fogueira no Claustro da Hospedaria  durante umas filmagens. Acossado, o senhor ministro da cultura, que é também um ilustre diplomata e intelectual, foi lesto na resposta. Prometeu um rigoroso inquérito, com relatório final no prazo máximo de 20 dias. Já passaram entretanto 25 dias e do prometido relatório nem ditos nem modos. Ao que parece nem a senhora presidente da Câmara, que entretanto solicitou uma audiência, chegou ainda a ser recebida.
Dado que uma desgraça nunca vem só, aconteceu depois, a 17 de Junho, a imensa tragédia de Pedrógão Grande, que causou 64 mortos. Reacção do governo? Vai ser empossada uma comissão, com 6 peritos nomeados pela Assembleia da República e outros tantos pelo conselho de reitores. Terão 60 dias para apresentar o relatório final, com um eventual prolongamento de mais 30. Prometido e jurado. Agora é só aguardar.
Tanto num caso como no outro, embora infelizmente de proporções e consequência bem diferentes, salta à vista uma preocupação comum: Sacudir a água do capote e mobilar a narrativa até que venha o inevitável esquecimento.
Outros comentarão o caso dos incêndios, que não é de todo a área de competência de Tomar a dianteira 3. Quanto ao Convento de Cristo, com o tempo acontecerão mais desmandos de toda a ordem, enquanto se mantiver a actual situação de gestão a partir de Lisboa, quando os representantes eleitos dos tomarenses reúnem nos Paços do Concelho, a 100 metros em linha recta da antiga casa grande da Ordem dos Templários e de Cristo. Uma evidente situação colonial. Tutela em Lisboa, indígenas em Tomar.


É inevitável que assim venha a acontecer, porque uma tutela que tolera há anos e anos uma entrada ridícula, pessoal sem formação prévia para as funções que desempenha, horários inadequados, ausência de visitas guiadas sistemáticas, inexistência de dispositivos de detecção de explosivos, bem como a impossibilidade, salvo pedido expresso, de visitar locais emblemáticos do Convento de Cristo, como a Sala dos Cavaleiros, as Salas das Cortes, a cisterna do Claustro da Micha, o 1º piso das Necessárias, o Refeitório do pessoal menor ou o prisão subterrânea da Inquisição, também consente tudo o resto que venha a ocorrer. Não é a partir do Palácio da Ajuda que se pode controlar o que ocorre na antiga sede da Ordem de Cristo, distante 130 quilómetros, mas realmente dão muito jeito os mais de um milhão e duzentos mil euros anuais, que rendem as entradas, apesar das asneiras antes citadas. E uma vez que os tomarenses em geral se mantêm sossegados, Viva a República! Viva o centralismo democrático!
Onde é que há-de ser a próxima  sessão de filmagens, de preferência com uns efeitos especiais? Talvez na velha Charola templária, que fica sempre muito original nas fotos e nos videos... (ver imagem)

A arreliadora incógnita Boavida

Seria ignóbil se alguém aproveitasse  o  problema de saúde do candidato do PSD, Luís Boavida, para com ele fazer campanha política. Uma coisa porém é aproveitar-se, outra bem diferente é comentar a situação em termos políticos. Tomar a dianteira 3 insere-se no segundo caso, uma vez que não tem qualquer vantagem, nem apoia qualquer candidatura, conquanto não prescinda dos seus direitos de voto e de cidadania.


Qualquer que venha a ser a conclusão final sobre a maleita de Boavida, (oxalá seja apenas algo benigno e passageiro), em termos político-eleitorais, tudo mudou com o recente achaque, visto que ainda estamos em pré-campanha e que o percurso final se antevê bastante duro. Tal mudança de perspectiva é irreversível, salvo decisão corajosa e urgente. Doravante, amigos, correlegionários, familiares, simples eleitores simpatizantes ou não, todos vão se interrogar: Que maleita foi? Está ultrapassada? Vai aguentar? Vai desistir? Vai resistir? O próprio filho, que é médico, não deixará decerto de avançar com as recomendações que julgar mais convenientes.
Todas essas interrogações legítimas, bem como as naturais preocupações da família, só poderão cessar e assim sossegar todos, com uma decisão corajosa, definitiva e tão rápida quanto possível da parte do próprio Boavida. Tem duas hipóteses alternativas: A - Informar, logo que o possa fazer com segurança, de forma cabal e documentada, a opinião pública sobre o seu estado de saúde após a indisposição que o acometeu, assegurando estar em perfeitas condições para ir até ao fim da campanha e desempenhar depois o mandato que lhe couber. B - Apresentar ao partido a sua renúncia à candidatura, por já não estarem reunidas as condições de saúde indispensáveis para poder lutar em igualdade de circunstâncias e vencer.
Fora dessas duas hipóteses não parece haver saída airosa. Pelo contrário. Se, amparado pelos seus pares, pelo partido, pelos amigos e/ou pela família a prosseguir com a candidatura, estou certo que depois todos lamentariam amargamente qualquer ocorrência nefasta, que ninguém deseja mas passou a ser menos improvável. 
Os votos sinceros de Tomar a dianteira 3 vão no sentido de que impere o bom senso e o pragmatismo, enquanto ainda não é demasiado tarde.

 ADENDA, às 06H30 de 01/07/2017

Entretanto Tomar a dianteira 3 soube que Luís Boavida está internado, pelo menos até à próxima segunda-feira, para exames médicos mais detalhados. Soube também que há já contactos partidários no sentido de encontrar um outro cabeça de lista, para a eventualidade de Boavida estar impossibilitado de manter a sua candidatura, por óbvias razões de saúde.
Tomar a dianteira 3 deseja a Luís Boavida um pronto e completo restabelecimento.

xoxoxoxoxoxoxoxoxo

Preocupada? Preocupado? Estamos todos. Mas sossegue. O pior nem sempre é inevitável. Entretanto,  como votaria se as eleições fossem hoje? VOTE AQUI AO LADO >>>>>>>>>>
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