sábado, 6 de agosto de 2016

Que rica sinalização turística! - 5

Já bem causticado pela evidente carência de adequada sinalização turística, numa urbe cuja gerência autárquica insiste em proclamar que o futuro da cidade passa...pelo turismo, o visitante motorizado chega finalmente próximo do Castelo dos Templários. Mais precisamente ao parque de estacionamento pago da Cerrada dos Cães. Como sempre sucede na época alta, não encontra nenhum lugar vago. Resolve por isso dirigir-se para o desvio que o leva à fachada norte do Convento de Cristo. Onde acaba por conseguir estacionar. Sem pagar, mas já bastante afastado do monumento.
Vem a pé até à pequena porta à ilharga do Claustro da Micha, de onde vê sair outros visitantes. Repara então numa pequena sinalização do lado esquerdo da dita porta:


Segue a seta e continua até ao Portal filipino, antiga entrada principal no Convento, 50 metros mais à esquerda. Aí consegue enxergar com alguma dificuldade uma pequena placa metálica afixada na porta:


Aproxima-se e, porque é português, consegue ler esta obra-prima de texto informativo, cuja clareza é tanta que até cega:


Volta atrás, pergunta a uma das vendedeiras junto à saída do monumento onde é afinal a entrada do castelo e -já agora- a do Convento. Conseguida a informação, vai caminhando e cogitando que os tomarenses devem estar loucos. Pois se nem ele, que conseguiu ler e interpretar aquele texto obscuro, conseguiu atinar ainda a com a entrada do monumento, coitados dos estrangeiros que não entendam de todo a nossa língua...
Foi com estes pensamentos sombrios que avistou uma outra indicação:


Recordando que a pequena placa de metal  referia ser a entrada do Convento pela porta do castelo templário, rumou decidido para a porta de S. Tiago e, atravessado o jardim, subida a escadaria, chegou  ao "PORTAL DA IGREJA" igualmente mencionado na já citada placa. Para seu espanto, o portal estava fechado, como sucede desde há mais de 10 anos. O que o levou a nova indagação e, enfim! àquele ridículo e bem acanhado acesso à Capela de S. Jorge. Onde começam todas as visitas, com a aquisição por 6 euros do respectivo bilhete de acesso.
Durante a visita, sem guia,  o nosso visitante foi falando com os seus botões: Ou me engano muito ou quem governa por estas bandas está interessado em que haja quanto menos turistas melhor. Porque quanto mais visitantes, mais chatices. Sem qualquer compensação suplementar no final de cada mês.
A ser assim, reconheço que vão bem lançados. Porque, se for tão difícil chegar ao Céu como achar o caminho e depois a entrada para o Convento de Cristo - Património da Humanidade desde 1993, o purgatório deve estar superlotado.

Que rica sinalização turística! - 4

É agora a vez dos turistas que nos chegam por aquela que se julga ser a principal via de entrada na cidade. A N 110 que, além do trânsito próprio, nos traz também os automobilistas provenientes da A1, da A 23 e da A 13. Saem todos no Moinho Novo, seguindo depois a indicação "Tomar sul - Convento de Cristo".
Cinco quilómetros mais adiante encontram uma primeira rotunda, a do Padrão. Cuja sinalização turística praticamente não existe:

                       

Como chegar ao Convento de Cristo? O melhor é seguir em frente, até encontrar um habitante local a quem perguntar.
No cruzamento Nuno Álvares Pereira/Combatentes da grande guerra, o panorama informativo não é melhor:


Mais uma vez, o Convento de Cristo não faz parte dos painéis. E, desta feita, o Centro histórico também não. Porquê? Julgo que ninguém saberá responder. Acasos da vida.
Já amargurado, o nosso visitante continua e, finalmente, é contemplado pela sorte. Nem sempre nem nunca!:


Encravada no meio de placas de duvidoso interesse para turistas, lá está enfim a bendita indicação Convento de Cristo. Agora falta só acrescentar Turismo, Torres Novas, Mata dos 7 montes, Castelo dos Templários e Sra. da Conceição, que também são para aquele lado...
Realmente, esta questão da sinalética turística é mesmo muito complexa. Creio que só os néscios pensarão o contrário. Se é que pensam mesmo alguma coisa.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Que rica sinalização turística! - 3

Nas duas peças anteriores foi exposta a evidente felicidade dos turistas que entram por "Tomar/oeste", vindos do IC 9, e por Tomar/norte, vindos da A 13. Em ambos os casos, são contemplados com uma magnífica sinalização turística que os obriga a usar a cabeça e até a contactar os habitantes, para mais ampla informação. Querem melhor?
Chega agora a vez dos visitantes motorizados que escolhem a saída "Tomar/este - Convento de Cristo, também na A 13." 
Chegado à rotunda do Continente sem qualquer outra sinalização turística relevante, para além do mencionado "Convento de Cristo", imediatamente antes da saída da A 13, o turista condutor começa a ficar preocupado com a informação  nabantina após ter lido este painel:


Nada interessado nas valências ali indicadas, o que se compreende, resolve parar e apear-se, para poder ler as outras indicações. Fica então abismado com este claro convite ao automobilista-visitante para circular em contra mão:


Perante tal insanidade, decide retomar a marcha a pé à volta da rotunda, com a esperança em melhores indicações. Surge então na sua frente mais um poste de sinalização com 4 componentes:


Quanto a Convento de Cristo, nada consta. Estará mesmo no caminho certo?
Cerca de um quilómetro mais adiante depara-se com este autêntico monumento ao desperdício e à inutilidade, colocado no ângulo sudeste da Praceta Raúl Lopes:

Se é obrigatório virar à direita, aquelas 5 indicações servem para quê? Nem que naquele sentido se fosse para o inferno, o automobilista teria de seguir por ali de qualquer maneira.
E aquela indicação da biblioteca para a esquerda? Está-se a sugerir aos condutores que, caso nenhum polícia esteja a ver, podem virar à esquerda.
Com tudo isto, o nosso visitante ficou tão confuso que decidiu pedir informações aos naturais, caso os próximos painéis também não indicassem o Convento de Cristo:



Dito e feito. Dado que nunca antes ouvira falar do Centro histórico de Tomar, resolveu informar-se junto de um habitante. A quem começou por perguntar se o Convento de Cristo era mesmo em Tomar, pois não via mais nenhuma indicação do caminho para lá desde que saíra da A 13. Surpreendido com a pergunta, o nabantino interpelado lá lhe indicou o rumo desejado, via Avenida Norton de Matos/Ponte Nova. Terminaram assim as surpresas insólitas para o nosso visitante? Que não, que não!
Junto aos bombeiros estes dois postes mostram a arte de esbanjar dinheiro por parte da autarquia:


Se há postes com seis componentes e ali já havia um com apenas 3, para quê um novo poste indicando só a A 13 direcção Lisboa? Só para baralhar? Ainda não sabem que qualquer entrada nas auto-estradas faculta obrigatoriamente acesso a ambos os sentidos? Porquê então apenas "A 13 Lisboa"?
Já muito tentado a ir-se embora mesmo sem ter visto o Convento, o nosso infeliz turista motorizado ainda teve direito a este painel visivelmente para helicópteros:



E depois lá rumou finalmente ao Convento, prometendo a si mesmo que nunca mais voltaria a sujar os sapatos em Tomar...

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Que rica sinalização turística! - 2

Vimos do texto anterior como um turista motorizado, vindo do IC 9 e tendo optado pela saída "Tomar oeste", sofre um bocado para encontrar o caminho do Convento de Cristo, caso não tenha ou não saiba usar o GPS. Pois um visitante que venha da A 13 e saia em "Tomar norte" também não tem melhor sorte.
Após algumas rotundas mudas, chegado à do Quartel do 15 vê isto:


Vai daí, na ausência de qualquer indicação "Convento de Cristo", que é afinal o seu objectivo, decide seguir para o Centro histórico, na esperança de que aí... Azar o seu! Logo mais abaixo apenas lhe indicam a PSP e outra vez o centro histórico:


 Continua a sua marcha, ainda cheio de esperança, mas desilude-se um pouco na rotunda seguinte:


É que agora nem Convento, nem Turismo, nem Centro histórico. Apenas Fátima e Lisboa, de uma época bem anterior ao IC 9 e à A 13. Uma relíquia fora de sítio, é o que é.
Pessoa de esquerda, o nosso paciente visitante, em vez de, aborrecido, regressar à A 13, resolve virar à esquerda. Com melhor sorte? Infelizmente não. Apenas vê nova sinalização incompleta:


Forçado portanto, dada a ausência de qualquer indicação "Convento de Cristo", a virar à direita, rumo ao centro histórico, encontra mais abaixo, do lado esquerdo (em contradição com o disposto nas normas internacionais, que estabelecem a colocação de toda a sinalização rodoviária do lado direito da via), esta peça:


Segue o seu caminho e, chegado ao final da Ponte Velha, nada! Não há ali qualquer sinalização:


Incapaz de decidir virar à direita ou à esquerda, uma vez que não pode continuar em frente, lá conseguiu articular "cunventu cristu" para um pedestre que passava, o qual lhe apontou para a Levada.
Tendo por conseguinte virado à esquerda, viu logo mais adiante esta curiosa sinalização rodoviária, simultaneamente mal colocada porque muito afastada da via e com letras demasiado minúsculas para poderem ser lidas por quem circula de carro:



Com o carro parado, para conseguir ler com atenção, logrou finalmente saber que para o Convento é só cortar à direita na rotunda. Mas logo adiante, já na dita rotunda, voltou a ter dúvidas. Sérias dúvidas mesmo:



Colocada do lado esquerdo de quem sobe a Rua da Graça e depois da mudança de direcção necessária para rumar ao Convento, esta sinalização está exactamente ao contrário do normativo europeu, que como se sabe indica que a sinalização deve estar sempre do lado direito da via e antes da eventual mudança de direcção. Tal como está e em conformidade com as normas europeias, indica que para o Centro histórico, Convento de Cristo e Turismo, se deve virar à direita para a Rua dos Arcos, a artéria imediatamente a seguir às indicações.
À cautela, o nosso paciente visitante voltou a pedir auxílio a um passante, que isto quem tem boca vai a Roma. Mais serenado, subiu então a Rua da Graça, ao cimo da qual viu toda esta sinalização:


Com o Infante D. Henrique ao fundo, mão no queixo, meditando: "Isto é que está aqui uma alhada! E não se pode pôr essa gente da autarquia a trabalhar melhor? E já que estou no uso da palavra: Se nunca fui guarda florestal, mas sim governador da Ordem de Cristo, que estou eu aqui a fazer à porta da mata? O Convento não é lá em cima?"
Bem gostaria de lhe poder responder, senhor Infante. Infelizmente também não sei. Mas julgo que melhores dias virão. Falta SÓ saber quando...

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Que rica sinalização turística! - 1

Políticos e cabeças pensantes locais convergem neste diagnóstico rápido: O futuro de Tomar passa forçosamente pela área do turismo. Quem diz turismo está falando, mesmo sem disso se dar conta, de vias de comunicação, de oferta hoteleira e gastronómica, de recursos paisagísticos e monumentais, mas também de sinalização adequada. São as chamadas infraestruturas mínimas, sem as quais... Sendo assim, qual é a situação actual nesta antiga capital templária?
Quanto a vias de comunicação, com a A 13 e o IC 9 estamos assaz bem servidos. Outro tanto acontece com a área do alojamento e da alimentação, bem como em termos de monumentos e paisagens. Na área da sinalização é que as coisas não vão bem. Nada bem mesmo. Como se passa a tentar demonstrar.
Nestas coisas da sinalização, sobretudo vertical, há que estabelecer previamente a quem se destinam os sinais a implantar. Aos automobilistas? Todos? Só aos ligeiros? Ligeiros e pesados? Só pesados? Só autocarros? Também para pedestres? O triste panorama tomarense existente nesta área mostra à evidência que tais aspectos nunca foram capazmente ponderados. Apesar da autarquia contar com bastos recursos na área dos técnicos superiores. Vamos aos factos.
Suponha a leitora ou leitor que, estando ali pelas bandas da Nazaré, Alcobaça, Batalha, Leiria ou Fátima, resolve dar um pulo a Tomar. Vem naturalmente para visitar o Convento de Cristo e, eventualmente, também a cidade antiga. Utiliza o IC 9, que é gratuito, e sai em "Carregueiros/Tomar oeste". Chegada ao final da Rua de Leiria, ali à ilharga do jardim da Várzea Pequena,  vê-se perante uma perigosa e ridícula micro-rotunda (que nada justifica, a não ser o desmazelo tomarense) e olha para este conjunto de placas sinaléticas:

Diz então para os seus botões, já com o carro parado do lado direito, para ter tempo de arrumar as ideias: Para Lisboa é prematuro. Acabo de chegar. Hospital, felizmente não preciso. Câmara municipal, nunca me constou que seja visitável. Campismo nunca mais, após aquelas noites ao relento durante a guerra colonial. Eu quero é ir ao Convento. Mas por onde?
À falta de melhor, vamos lá então para o parque P1. Logo se vê se o Centro histórico vale a pena e se há enfim indicações para chegar ao Convento.
Deixado o carro no parque P1, você encontra-se então na praça principal da urbe, olhando desesperadamente para todos os lados, em busca de sinalização que não existe. Resolve por isso perguntar a um passante, que lhe indica a Rua Direita, acrescentando logo "vire à direita na rua com árvores, onde também não há qualquer sinalização turística". Teve sorte. Também podia ter calhado com um residente dizendo-lhe que não sabe nada disso. Já aconteceu.
E lá vai você finalmente rumo ao Convento, em cuja proximidade muito dificilmente encontra estacionamento durante a época alta. Já se conseguiu desenrascar? Resta-lhe agora desembolsar os 6 euritos para uma visita sem guia e, finda esta, zarpar desta estranha urbe o mais depressa possível. Chatices já uma pessoa tem que chegue na sua terra...
Agora imagine que, mais complicado ainda, você é o condutor ou o guia de um grupo de turistas viajando em autocarro, coisa muito comum nos dias que correm, e nunca esteve nesta abençoada cidade. Chegado à Várzea Pequena, em busca do caminho mais curto para o Convento, o que faz? Toma a direcção do centro histórico, indicada na respectiva placa? E depois sai como e por onde?
Se, em ligeiro ou autocarro, teve a sorte de não escolher nenhuma das opções constantes da sinalética em questão, continuou em frente e vê, logo mais adiante, estas indicações:


Como ainda não precisa de alojamento, nem dos serviços dos correios, fica decerto matutando "Museu de arte? Que arte? Rupestre? Maori? Inca? Chinesa? Árabe? Pois não canse a cabeça, caro visitante. Não adianta. O museu está fechado há mais de um ano. A câmara é que ainda não teve disponibilidade para mandar retirar a placa. Falta de pessoal talvez...
Ignore portanto tal sinalização tão rasca e siga em frente. Na próxima rotunda vai encontrar finalmente uma indicação "Convento de Cristo". Estacione onde puder e visite, que vale bem a pena. Depois vá-se embora, se não quer perder rapidamente o sono, pensando em tanta incompetência e tanto dinheiro mal gasto em vencimentos e materiais desnecessários...

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Crónica estival 10

Simples coincidência decerto
Trata-se sem sombra de dúvida de simples coincidência. Os senhores autarcas visados vão sustentar que era uma acção já programada. E estarão cheios de razão. Porque todos sabemos bem que a nossa câmara tem uma excelente programação a curto, médio e longo prazo. Em todos os sectores da sua competência. Salta aos olhos, que diabo!
Seja como for, parece-me bem assinalar que, na sequência da minha Crónica estival 3, de 19 de Julho, andam agora a cuidar do jardim da antiga messe de oficiais:



E até já fizeram a barba ao canteiro outrora ajardinado que circunda o padrão da Várzea grande:

 
As fotos acima não enganam. Agora só falta completar o trabalho com qualidade. Não se ficar pelo usual estilo "pró que é, bacalhau basta."
Entretanto, como já estão com a mão na massa, se pudessem dar um saltinho àqueles canteiros ajardinados junto à Praça de toiros, seria excelente. E a aficion tomarense agradeceria concerteza. É que, como aquilo está, na próxima Corrida do emigrante, prevista para o dia 5, corre-se o risco de os bichos encrençarem e investirem sempre para sul, (prejudicando assim esteticamente os aficionados do lado da sombra, justamente os bilhetes usualmente mais caros), pois dizem os entendidos que os toiros têm excelente olfato, e aquele feno ali tão próximo é mesmo uma tentação:


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Crónica estival 9

Obrigado senhora presidente! Deus vos pague senhores autarcas!



Um meu leitor e amigo teve a franqueza de admitir que não tem jeito para escrever. Coisa rara em Tomar, onde regra geral todos são competentes em tudo. Com os resultados que estão à vista...
Pediu-me esse amigo para escrever algo, agradecendo à nossa presidente e restantes autarcas o retumbante êxito que acabamos de alcançar no caso da redução de portagens nas auto-estradas ex-SCUTS. Conseguiram os nossos excelentes eleitos, com muito esforço, muita abnegação e assinalável perseverança, que a A 13 seja nesta área do país a única e por isso muito honrosa excepção! Vamos portanto, todos nós tomarenses e restantes felizes contemplados, continuar a pagar como até aqui uma das portagens mais elevadas de toda a rede. Sem qualquer redução eleitoralista. Foi uma brilhante e estrondosa vitória, que aqui assinalo com todo o entusiasmo. Como se calcula sem esforço de maior.
Realmente, como todos bem sabemos, em Tomar não há miséria, não há pobreza, não há desemprego, a população está a aumentar, não falta investimento, a economia vai de vento em popa e há cada vez mais classe média alta na velha urbe templária. Até pagamos a factura da água mais cara do país, em relação ao nível de vida local, sem que o povo reclame. Que diabo, os bons serviços devem ser remunerados adequadamente. Não com preços miseráveis.
Não fazia por isso qualquer sentido reduzir as portagens na A13, a quem manifestamente não precisa da caridade governamental. Seria até uma ofensa aos eleitores dos concelhos vizinhos, como se sabe bastante mais atrasados e pobres que Tomar. Mas o governo da geringonça é tão teimoso que, não fora a acção decidida dos autarcas nabantinos, estaríamos agora nas bocas do país inteiro como aproveitadores indecentes das necessidades alheias, ao beneficiarmos como qualquer reles beirão ou algarvio desta esmola eleitoralista que dá pelo nome de redução nas portagens.
Resta por conseguinte agradecer mais uma vez o esforço hercúleo dos autarcas tomarenses, felizmente coroado de êxito neste caso. Podem desde já contar com o meu voto nas próximas autárquicas. Só ainda não decidi se voto branco ou voto nulo. Mas daqui até lá logo resolvo.