sábado, 6 de fevereiro de 2016

Bons tempos...


Um amigo que muito estimo acaba de me fazer chegar esta foto, cuja existência desconhecia. Foi em 9 de Junho de 1991, véspera do Dia de Portugal, celebrado no Convento de Cristo. Nela cumprimento Mário Soares, então Presidente da República, mas duas décadas antes exilado político em Paris e professor na Universidade de Paris 8, onde me formei. Era daí e mais tarde do PS de Tomar que nos conhecíamos. Para que conste. 
Bons tempos...

Senado tomarense? Sou contra!

Aventam por aí a hipótese e os benefícios de um senado tomarense, areópago de sábios locais. Sou contra! Seria uma maneira ardilosa de calar algumas vozes incómodas. Cada vez mais raras, também é verdade. Seria também e sobretudo uma duplicação daquela brigada do reumático intelectual e político que reúne -quando reúne- ali para as bandas da Praça da República. Um órgão assaz curioso, na sua composição actual.
Devendo, de acordo com o seu estatuto jurídico, fiscalizar o executivo municipal e, por extensão, os rurais, alguém sabe que posição tomou na recente baralhada local, que até envolveu pelo menos um dos seus membros proeminentes? Debateram o assunto? Reuniram sequer? Mas então servem para quê? Para carimbar tudo o que a câmara decide? Para receberem senhas de presença? Para fazerem de conta? Para procurarem manter em Tomar a paz dos cemitérios?


Também é verdade que a própria composição daquilo não ajuda nada. Devendo ser, como já dito acima, o órgão fiscalizador dos executivos do município (câmara e freguesias), metade menos um dos seus membros estão sempre sentados entre duas cadeiras. Falo dos presidentes de junta, que são ao mesmo tempo fiscais e fiscalizados. O que contraria frontalmente aquele princípio basilar do direito consuetudinário, segundo o qual ninguém deve nem pode ser juiz em causa própria. Coitada da ética!
Esta e outras aberrações da nossa democracia abusivamente tutelada pelos partidos só poderão desaparecer quando houver coragem para votar na AR uma nova lei eleitoral. Que institua os círculos uninominais e as listas únicas para os municípios, com o cidadão mais votado em cada caso a assumir o cargo de presidente e a escolher entre todos os restantes eleitos os seus vereadores. Como é uso fazer-se por essa Europa fora, onde há democracia a sério e não esta reles versão que temos por cá.
Como é improvável que algum dos instalados no aviário político decida abandonar a teta que lhe calhou, ou serrar o ramo no qual está sentado, nunca mais vai haver sequer uma reforma da lei eleitoral. As brigadas do reumático cerebral têm por conseguinte um futuro risonho à sua frente. Os pobres cidadãos pagantes de impostos é que nem tanto. Mas se não se queixam, não protestam, deve ser porque acham que estamos bem. Ou estarei a ver mal?
Por mim, perante a impossíbilidade prática de termos em breve uma nova legislação eleitoral, acho que uma via pragmática muito positiva seria a tal eleição primária aberta e directa, que já aqui indiquei como o melhor caminho ao PSD nabantino. Pelo que, se os laranjas locais resolverem não ir por aí, terei de concluir que têm medo dos eleitores e da democracia plena. Porque no PS de Tomar é aquilo que se sabe e o poder está agora ao alcance de quem ousar.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Só uma primária aberta nos pode salvar

António Lourenço dos Santos, que já foi secretário de Estado num governo PSD e Carlos Carvalheiro, a alma do Fatias de Cá, bem como o mais activo e conhecido encenador e actor desta parte do país, assinam cada um a sua prosa nos jornais locais desta semana. Um no Cidade de Tomar (página 5), outro no Templário (página 19). Como praticamente não podia deixar de ser. Nesta desgraçada terra, cada vez mais mirrada porque em vias de definhamento acelerado, provocado pela péssima governação local, nesta terra, escrevia eu, é tudo a dobrar. Aquém e Além da Ponte, Gualdim Pais e Nabantina, União de Tomar e Sporting de Tomar. Canto Firme e Fatias de Cá... Desde a recente e triste trapalhada autárquica, até passámos a ter direito também a uma espécie de dupla presidência Anabela Freitas/Bruno Graça. Sem que alguém perceba o que faz correr o eleito da CDU.
Voltando à prosa do início. Excelentes textos, para ler e meditar. Não os reproduzo, (mas entretanto o excelente blogue Tomar na rede resolveu publicar o de António Lourenço dos Santos), porque todos têm direito à vida e os jornais precisam de vender para poderem sobreviver. Aproveito contudo para opinar que aí temos dois excelentes candidatos a candidatos, para a tal primária aberta no PSD, que não me canso de propor. Se lhes juntarmos Jorge Neves, director do Hotel União e da Cavaleiros de Cristo, temos um trio de muito respeito em termos de política. Digo isto porque julgo conhecê-los o suficiente para dizer aqui que ostentam uma qualidade cada vez mais rara nesta terra e neste país: Não têm mentalidade de funcionário público. E Tomar está precisar com extrema urgência de autarcas assim. Sob pena de irmos mesmo ao fundo.
Com estes soberbos recursos disponíveis, os actuais dirigentes locais do PSD, visivelmente atropelados pelos acontecimentos recentes, estão à espera de quê para lançar a tal primária aberta? Se precisarem de ajuda, posso dar uma mãozinha no que concerne à organização...  Mas despachem-se. A cadelinha é mansa, mas também pode morder ao fechar a boca. Se lhe derem tempo para isso, claro!|

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Perigosamente em contramão

Manhã cedo. Descontraído, um condutor rodando a boa velocidade na auto-estrada recebe uma apitadela da legítima: -Tem cuidado. Olha que estão a dizer aqui no rádio que há um palerma a conduzir em contramão,  aí nessa zona. -Só um?!? Já passaram mais de 20. Parecem doidos. Todos a apitar e a fazer sinais de luz...
A nossa simpática e eloquente presidente Anabela parece estar numa situação semelhante. Num curto espaço de tempo, respondendo a perguntas de jornalistas, que veiculavam críticas da população, não esteve com meias tintas. Disse que está a trabalhar. Foi até mais longe. Longe demais, parece-me. Na entrevista ao Cidade de Tomar foi categórica. Sustentou que a criticam porque estão a trabalhar. Caso contrário não o fariam. Passou assim antecipadamente um atestado de velhacaria a todos os que cometem o pecado de lesa-majestade, ao reprovarem o que afinal todos vemos que está mal:

                                                  Cidade de Tomar, 29/01/2016, página 8

A história não diz o que aconteceu ao condutor em contramão na auto-estrada, cujo egocentrismo exacerbado impediu que entendesse a realidade. Bateu? Ficou ferido? Faleceu? Foi apenas julgado e multado? Foi preso? No caso da nossa condutora autárquica, a situação é felizmente diferente. Se não for antes, pelo menos em Outubro do próximo ano os tomarenses vão ficar a saber quem tem afinal razão. Os críticos ou a presidente que acha que estão a trabalhar bem...

                                   

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Uma asneira monumental

Na contrastada herança dos mandatos Paiva/PSD avultam dois erros monumentais, maiores que o Convento de Mafra, como se sabe o mais extenso do país. Refiro-me à destruição do estádio municipal e ao agora pomposamente chamado "Complexo museológico da Levada". O problema começa logo aí, no nome usual. Moinhos da Ordem? Lagares d'El-rei? Complexo da Levada? Seja como for, a evidente megalomania paivina vai continuar a atormentar os tomarenses mais conscientes. A começar pelos autarcas que tenham a coragem de pensar um bocadinho, antes de abrirem a boca para debitar vacuidades.
Foi o que fez recentemente a nossa simpática e bem apresentada presidente. Falou do dito conjunto da Levada, referindo que não havia plano museológico, mas que vai haver e que entretanto  vão aproveitar as instalações para ali levarem a efeito alguns eventos. Designadamente concertos de jazz. Concertos de jazz! Num conjunto cujas obras, ditas de recuperação e requalificação, custaram até agora a bagatela de 6 milhões de euros. Como se antes não existissem já múltiplos locais adequados para tais manifestações musicais.


O problema é porém bem mais grave. Trata-se, sem exagero, de uma asneira monumental e praticamente sem remédio capaz. Obnubilado pelos fundos europeus e sobretudo pelas facilidades para os obter, o então presidente Paiva nem sequer se deu ao trabalho de pensar um bocadinho, de forma serena, antes de agir. Se o tivesse feito, concluiria que: 1 - No Mundo inteiro, só os principais museus -os chamados mastodontes, tipo Hermitage, Louvre, Moma, Prado ou Galeria dos Ofícios- são rentáveis. E mesmo assim só graças aos mecenas patrocinadores. Todos os outros vivem dos impostos cobrados pelo fisco. 2 - Em Portugal nenhum museu é rentável, ou consegue sequer fundos suficientes para o seu funcionamento. Nem mesmo o Museu Nacional da Arte Antiga (vulgo Museu das Janelas Verdes), cujo recheio provém da pilhagem pelo estado de obras de arte em vários monumentos do país, incluindo Tomar, com o pretexto de que iam para restauro e voltavam. 3 - O Museu da Cortiça, na Fábrica do Inglês, no Algarve, recebeu num ano o prémio de melhor museu europeu e no ano seguinte fechou definitivamente, por inviabilidade económica. Apesar de o Algarve ser a principal região turística portuguesa. 4 - O "Conjunto museológico da Levada" não tem qualquer viabilidade prática nem económica, por se tratar de um evidente projecto megalómano visto que: a) - Não dispõe de parque de estacionamento, nem de local para o instalar; b) - Não há condições para os autocarros deixarem ou tomarem os visitantes com relativa segurança sem empatarem gravemente o trânsito; c) - As obras feitas não incluíram recursos técnicos e de segurança (portas párafogo, corredores de evacuação, corredores de visita, plataformas de explicação, vedações protectoras, etc.), que todavia são obrigatórios, em conformidade com as normas europeias, tanto mais que se prevê a futura visita de crianças das escolas, (Se aquilo alguma vez vier a funcionar, o que me custa muito a crer); d) - Se isso vier a acontecer, a ASAE pouco tempo de vida lhe dará, caso pretenda cumprir cabalmente a sua missão; e) - Não conheço no país nem na Europa qualquer museu polinuclear, como o que ali se pretende que venha a funcionar; f) - Tendo em conta o exposto no ponto anterior, é evidente que o país não dispõe de recursos humanos qualificados em termos práticos nessa área, por óbvia carência de experiência anterior.


Se apesar de tudo isto e mais ainda, por nítida falta de coragem política, os autarcas que temos insistirem em pôr aquela geringonça a funcionar, como parece tentar fazer a nossa simpática e aparentemente despachada presidente, de onde contam obter os recursos orçamentais para garantir o pagamento dos vencimentos de pelo menos mais uns 30 funcionários, alguns deles técnicos especializados, com remunerações superiores a 3 mil euros mensais, como não poderá deixar de ser?
Estou a exagerar com os 30 funcionários a contratar? No Convento de Cristo estão 37 e aquilo não constitui propriamente um modelo de gestão turística, com os visitantes a queixarem-se de que pagam 6 euros à entrada e depois ninguém lhes explica nada...
Que fazer então?!? Pensar, meditar, suputar, matutar, magicar. Instalar ali a associação dos antigos da Mendes Godinho. Entregar-lhes as chaves de todo o conjunto, para que possam mostrar aos raros curiosos que se apresentem..Apagar as luzes, incluindo os projectores além rio e aquelas pacóvias lâmpadas vermelhas nas outrora saídas de água. Esquecer essa megalómana e fantasista ideia dos três museus (fundição, electricidade, moagem) até melhor ensejo. É indiscutivelmente a solução mais barata, mais sensata e prática. Essa história do "projecto museológico" é apenas mais um encargo orçamental sem qualquer utilidade prática. Pelo menos nos tempos mais próximos.
Por tudo isto, peço-vos encarecidamente, senhores autarcas, que não sejam teimosos. Remando contra a maré o barco praticamente não anda. E as dívidas da autarquia já ultrapassam os 30 milhões de euros. Com os infelizes credores a esperarem meses pelos pagamentos que tanta falta lhes fazem...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Câmara de Tomar ZERO!

O inesperado e caricato aconteceu ontem na RTP 1. Em mais uma emissão do PREÇO CERTO, um programa popularucho que o seu apresentador tem sabido transformar numa emissão de sucesso. Chamados os concorrentes, o popular Gordo procurou como habitualmente localizá-los geograficamente. Ocasião que os sorteados aproveitam para lhe entregar lembranças da sua presença e da sua região.
A primeira concorrente, de Castelo Branco, deu bronca: entregou um par de garrafas de azeite albicastrense, oferta da Câmara Municipal, disse ela. Mas quando Fernando Mendes lhe perguntou como se chama o presidente da câmara, ela embatucou e a colega também. Por conseguinte, a autarquia de Castelo Branco manda lembranças para o apresentador do PREÇO CERTO, mesmo quando os seus emissários/concorrentes nem sequer sabem quem é o presidente. Como deve ser, pois o sol quando nasce é para todos.
Seguiu-se uma concorrente de Tomar, que presenteou Mendes com um leitão assado, já cortado e pronto a comer. Surgiu então o pai e acompanhante da senhora, que foi claro e objectivo: -A Câmara de Tomar ZERO, disse com ênfase, ao mesmo tempo que fazia um zero com a mão, olhando para a câmara...da RTP. Resultado: Péssima imagem da autarquia nabantina, numa emissão vista por mais de meio milhão de pessoas. Vinte vezes a população do concelho. E como rezam as crónicas jornalísticas, mais vale uma imagem que mil palavras.
Mas a nossa simpática e comunicativa presidente não se incomoda com semelhantes ninharias, conforme vem demonstrando desde o início do seu cada vez mais atribulado mandato. Logo após a inesperada e surpreendente vitória (que foi sobretudo uma derrota do PSD local), os do PS nabantino constataram que precisavam de uma bengala para poderem governar. Ou seja, não dispunham de  maioria absoluta, pelo que tinham de celebrar um acordo com pelo menos uma das outras três forças políticas com eleitos para o executivo.
Havia três hipóteses, o PSD, Pedro Marques e a CDU/PCP/PEV. Excluídos de antemão os laranjas, por razões óbvias, os socialistas locais resolveram conversar com Bruno Graça. Não por opção ideológica ou porque considerassem ser a melhor solução. Apenas e só porque estavam e estão de relações cortadas com Pedro Marques, que no entanto é um moderado e tem experiência política, pois presidiu aos destinos do concelho durante dois mandatos, eleito numa lista PS. A política tem destas coisas...


Político calejado, o eleito da CDU percebeu logo que os mãozinhas locais estavam entalados entre a CDU/PCP/PEV ou nada. E esticou a corda. Obteve assim, entre outras coisas, o pelouro do desenvolvimento local. O que, não estando em causa nem a capacidade, nem a honestidade, nem a personalidade de Bruno Graça, mas apenas a ideologia da força política pela qual foi eleito, representa mais ou menos, salvaguardando as proporções, o mesmo que a entrega a um muçulmano dos assuntos relativos ao desenvolvimento do comércio da carne de porco. Exagero? Creio que não. Como todos bem sabemos, empresários/investidores e tropas do PCP são como os cães e os gatos. Salvo raríssimas excepções, onde estão uns, os outros não se sentem bem.
O estranho acordo contra a evidência das coisas já dura há 15 meses. E resultou neste princípio de 2016 na queda em desgraça do príncipe consorte, transformado em bode expiatório de uma situação que pode ser tudo menos confortável. E com tendência para o agravamento.
Entretanto, continua a ignorar-se o que terá levado a CDU/PCP/PEV a só agora impôr a saída de Ferreira, como condição para continuar a servir de bengala ao PS local. Mas com o tempo tudo se vem a saber...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Não é com vinagre que se apanham moscas...

A opinião dominante na zona urbana parece ser que a recente balbúrdia autárquica está sanada, pelo que o actual executivo vai agora poder navegar em águas mais serenas até ao final do mandato. Peço licença para discordar. Ainda que mascarados das mais diversas formas, os lamentáveis episódios ocorridos na autarquia nestes últimos tempos têm todos afinal a mesma origem. Há cada vez menos dinheiro a entrar nos cofres municipais e as despesas certas e permanentes tendem a aumentar. Logo, como bem diz o povo, casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
A origem da penúria nabantina é bem conhecida dos especialistas. Fechadas por falência as grandes indústrias, reduzidas drasticamente as tropas aqui estacionadas, seguiu-se o encerramento de muitos pequenos estabelecimentos, o subsequente desemprego e a inevitável migração interna ou mesmo a emigração. Habituada ao maná do governo central, a autarquia nunca primou pelo protagonismo positivo no que se refere a atrair investidores. Pelo contrário. Bem antes da crise já a situação era clara e trágica para os tomarenses. Havia muita construção civil no Entroncamento, em Ourém e em Torres Novas, mas em Tomar era o marasmo total. Consequência da atitude canhestra e até inquisitorial dos respectivos serviços camarários, bem ajudados, é verdade, por um PDM bom para o cesto dos papéis.
A recente salganhada partidária veio agravar a já antes adversa situação. O vereador Serrano, arquitecto de profissão e com experiência autárquica, foi sacrificado, vá-se lá saber em que altar. O certo é que, após ter conseguido algumas vitórias contra a triste mentalidade dominante nos serviços ligados ao urbanismo e obras particulares, acabou punido. Primeiro perdeu tudo, menos o lugar para que foi eleito, porque a presidente não tem competência para lho retirar. Depois recuperou quase tudo, sem que se saiba ainda porquê e para quê.
Quase tudo, mas não a dignidade pessoal e profissional, gravemente humilhadas perante a opinião pública tomarense. Tanto mais que deixou de ser vice-presidente, sem que se perceba porquê. E deixou também, o que é particularmente relevante, o pelouro do licenciamento de obras particulares, o qual passou para a presidente.
Uma vez que não consta que Anabela Freitas tenha alguma capacidade técnica especial para examinar projectos de obras, a decisão que tomou configura obviamente duas coisas, pelo menos: 1 - Vitória dos burócratas-inquisidores dos serviços respectivos; 2 - Evidente desconfiança na competência técnica e na honestidade profissional do ex-vice-presidente Rui Serrano.
Perante tudo isto, os potenciais investidores, já antes vítimas da prepotência de alguns técnicos superiores que se julgam o supra-sumo da arte e por isso agem como se fossem donos da autarquia, continuam a evitar Tomar até que melhores tempos venham. O desemprego vai portanto acentuar-se e a população vai continuar a encolher, porque não pode haver desenvolvimento económico sem iniciativa privada e menos população é igual a menos impostos, logo menos receitas para a autarquia.
Conclusão: Após o recente chinfrim municipal as coisas ficaram ainda piores do que já estavam. Não é com vinagre que se apanham moscas. Embora os senhores autarcas PS/CDU pareçam convencidos do contrário.